Descubra os dados de qualquer carro pelo chassi, em segundos.
Digite o chassi de 17 caracteres do painel, da porta ou da estrutura do carro. Veja marca, modelo, ano, motor e país de origem — grátis, sem cadastro. Feito para quem está comprando um carro importado no Brasil, em Portugal, em Angola ou em Moçambique.
Painel do carro
Visível através do para-brisa, do lado do motorista.
Etiqueta da porta
Na moldura da porta do motorista — deve bater com o número do painel.
Gravado no chassi
Gravado na longarina do chassi, embaixo do capô.
Porta-malas / sob o banco
Em alguns modelos, fica gravado sob o carpete do porta-malas ou do banco dianteiro.
Nosso decodificador de chassi grátis usa a base pública do NHTSA (órgão de segurança viária dos Estados Unidos). Uma consulta de chassi gratuita te dá marca, modelo, ano, especificações do motor, tipo de câmbio, categoria de carroceria e fábrica de montagem — tudo o que você precisa para confirmar se o carro usado é mesmo o que dizem que é, antes de fechar negócio.
O mercado de usados está cada vez mais internacional. Carros fabricados para os Estados Unidos, Canadá ou México são exportados e reemplacados o tempo todo — seja como importação para o Brasil (via leilões como Copart e IAAI), como carro de coleção em Portugal, ou como picape e SUV que chegam a Angola e Moçambique. Como o chassi é gravado na fábrica e nunca muda, uma consulta gratuita funciona do mesmo jeito não importa em qual país o carro termine, desde que ele tenha sido fabricado originalmente para o mercado norte-americano.
Esse é o ponto principal: o chassi não é uma placa que seu país dá ao carro — é uma identidade de fabricação aplicada na linha de montagem, bem antes de o carro sair da fábrica. Ele não muda quando o veículo é exportado, reemplacado ou vendido várias vezes. Por isso uma consulta de chassi gratuita consegue acompanhar um carro através de fronteiras de um jeito que a placa nunca vai conseguir.
A maioria das pessoas só consulta o chassi depois de já ter negociado o preço — mas o certo é fazer isso antes mesmo de ir ver o carro, antes de dar qualquer sinal, e de novo depois da compra para confirmar que nada foi trocado na entrega. Não custa nada e leva menos de um minuto.
Brasil — o chassi (junto com o RENAVAM) é exigido em qualquer transferência de propriedade e é conferido pelo Detran na vistoria. Carros fabricados no Brasil costumam ter chassi começando com "9B" e não aparecem na base americana do NHTSA — mas uma parcela grande dos carros de leilão importados dos EUA (batidos, salvados ou de repasse) sim, e é justamente aí que essa consulta gratuita mais ajuda, antes mesmo de contratar um despachante.
Portugal — o registo de propriedade passa pelo IMT (Instituto da Mobilidade e dos Transportes), e o termo "chassis" é o mais comum no português europeu. Essa ferramenta é especialmente útil para carros importados dos Estados Unidos, um nicho comum entre colecionadores e importadores de picapes americanas.
Angola e Moçambique — boa parte dos carros usados importados nesses mercados vêm diretamente de leilões americanos ou de revendedores no Oriente Médio e na Europa. Como o mesmo chassi de 17 caracteres decodifica normalmente quando o carro é de origem americana, conferir o chassi antes de pagar um sinal ao vendedor ou ao despachante é um dos hábitos mais baratos e mais úteis que existem.
Comprar um carro importado tem um risco a mais que a compra local não tem: a documentação, o vendedor e o estado real do carro podem ter vindo de um país que você nunca visitou. A consulta gratuita de chassi não substitui uma vistoria, mas é o primeiro filtro mais barato que existe, e não custa nada usar antes de avançar na negociação.
Comece decodificando o chassi e compare o resultado — ano, modelo, motor, versão — com exatamente o que o vendedor anunciou. Qualquer diferença aqui, mesmo pequena como um motor errado, costuma ser o primeiro sinal de que as fotos do anúncio e a documentação real não são do mesmo carro. Depois, confira fisicamente se o chassi do painel bate com o gravado na estrutura e com a etiqueta da porta; uma diferença entre esses três pontos é um dos sinais mais claros de placa ou chassi adulterado.
Chassi e VIN, sim — são exatamente o mesmo código de 17 caracteres, gravado de fábrica e reconhecido no mundo todo. RENAVAM é diferente: é um número de controle criado pelo governo brasileiro só para uso administrativo (multas, licenciamento, IPVA), sem validade fora do Brasil e sem relação com a fabricação do carro. O chassi nunca muda; o RENAVAM pode até mudar em certas transferências.
Os 17 caracteres não são aleatórios. As posições de 1 a 3 identificam o fabricante e o país de montagem — carros com chassi começando em "9B", por exemplo, foram montados no Brasil. As posições de 4 a 8 descrevem o veículo: carroceria, motor e versão. A posição 9 é um dígito verificador calculado matematicamente, usado para detectar um chassi digitado errado ou adulterado. A posição 10 define o ano do modelo, e as posições de 12 a 17 formam o número de produção único do veículo.
Saber ler essas partes sozinho continua sendo útil mesmo com um decodificador à mão, porque permite conferir o resultado em segundos. Se a posição 10 indicar um modelo 2015 e o vendedor tiver anunciado como 2018, vale a pena perguntar diretamente — não é acusação, é uma conferência que não custa nada e leva trinta segundos.
Essa não é uma ferramenta de uma marca só. Como ela lê direto da base de dados das montadoras do NHTSA, o mesmo decodificador funciona para Ford, Toyota, Honda, Chevrolet, GMC, Nissan, Jeep, Hyundai e qualquer outra marca vendida no mercado norte-americano. Basta colar o código de 17 caracteres — a ferramenta identifica automaticamente o padrão certo do fabricante, sem você precisar informar a marca.
Uma consulta de chassi gratuita mostra como o carro era quando saiu da fábrica — as especificações de fabricação. Para saber o que aconteceu depois — batidas, quilometragem real, se já foi salvado ou dado como perda total — é preciso um relatório de histórico pago, como Carfax ou AutoCheck. Para qualquer compra de carro usado de valor mais alto, um relatório pago é altamente recomendado além dessa consulta gratuita de especificações.
Sim. 100% grátis, usando a API pública do NHTSA. Não precisa de cadastro nem login. Você pode fazer quantas consultas quiser, de qualquer país.
O chassi identifica um veículo específico para conferir especificações, consultar histórico, licenciar, fazer seguro e checar recalls. No Brasil, o chassi é exigido junto com o RENAVAM em qualquer transferência de propriedade.
Sim. Nosso decodificador gratuito traz marca, modelo, ano, motor, tipo de carroceria, câmbio e origem direto da base de fabricantes do NHTSA, sem custo, para veículos com especificação americana, canadense ou mexicana.
Sim, para qualquer veículo fabricado originalmente para o mercado norte-americano — o caso mais comum entre importadores de leilão. Carros fabricados no Brasil (chassi começando em 9B) ou de especificação exclusivamente europeia podem não aparecer.
Um chassi válido tem exatamente 17 caracteres — letras (A-Z, sem I, O, Q) e números. A posição 9 é um dígito verificador matemático. Se ele não bater, o chassi foi adulterado. Essa ferramenta confere isso automaticamente.
Geralmente significa que o carro é de origem europeia, asiática, brasileira ou de especificação exclusiva de outro mercado — fora da base do NHTSA. Mesmo assim, decodificamos o ano do modelo pela posição 10 do chassi. Nesses casos, consulte o serviço oficial da montadora.
Não. O número do motor é gravado no próprio bloco do motor e identifica só aquele motor, enquanto o chassi identifica o veículo inteiro. Essa ferramenta decodifica o chassi, não o número do motor separadamente.
De forma indireta, sim. Muitos países calculam o imposto de importação com base na idade e na cilindrada do carro, duas informações confirmadas pelo chassi. Decodificar certo antes de calcular os impostos evita se planejar com números errados.
Não. A consulta gratuita traz só as especificações de fabricação — marca, modelo, ano, motor e origem. Histórico de batida, quilometragem e situação de sinistro exigem um relatório pago, como Carfax ou AutoCheck.
Não por essa ferramenta. Consulta de veículo roubado é feita pelos órgãos de segurança e seguradoras — o NICB (órgão americano de combate a fraude de seguros) tem uma ferramenta gratuita chamada VINCheck para esse fim específico, diferente de um decodificador de especificações.